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Conquiste o mundo mostrando o que você pode ser.
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É normal quando acreditamos que não sabemos dar valor as pessoas.
Quando o que acontece comumente é que simplesmente não conseguimos encontrar uma sintonia entre nossos sentimentos, motivações e emoções para com o outro.
Mais comum ainda, é que busquemos somente a sintonia do beijo, do afago... do corpo. E no entanto, essa é corriqueiramente fácil.
Apesar disso, o complicado mesmo não é conciliar vontades e sentimentos nos mesmos momentos. O real problema é fazer dar certo. E nesse momento aquele ditado “Quando um não quer dois não brigam” não si aplica. Pois os dois querem, porém sentimentos como orgulho, preguiça, vaidade, falta de crença são as principais qualidades que si aplicam. Arrumam-se desculpas, encontram-se problemas tudo com o único pensamento de que não depende apenas de mim. E o que era pra ser, não é!
Só nos resta rezar, acreditar e ser demasiadamente otimista. Tudo não passa de uma incrível negação! Pois uma vez amado, sempre amado.
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terça-feira, 24 de março de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Vamos e voltamos e continuamos com os mesmos desejos. É cômodo invejar e idealizar que a vida dos outros é melhor que a nossa. Passamos mais tempo acreditando que as experiências e decisões alheias são melhores que as nossas, ou só mais adequadas perante nossos olhos. Isso tudo, quando na verdade o único problema é a falta de coragem. Não só de fazer, falta de coragem de pensar, arquitetar, falta de coragem de escutar um sim. E é nesse momento que surge o medo de viver o sonho. Medo de desfrutar e gostar das sensações. Medo de viver!
Preferimos veementemente acreditar – e digo acreditar, porque colocamos tanta crença nessa mentira que chega a tornar-se uma verdade – que não somos capazes, que não sabemos como fazer. Não procuramos meios de fazer. Encontramos justificativas para simplesmente não tentar. Desculpas para achar arriscado. Pensar que não é possível. Quando a verdade é simples e tudo é possível!
O único problema é que na maioria das vezes não nos damos conta que a nossa falta de ação também altera os fatos!
Preferimos veementemente acreditar – e digo acreditar, porque colocamos tanta crença nessa mentira que chega a tornar-se uma verdade – que não somos capazes, que não sabemos como fazer. Não procuramos meios de fazer. Encontramos justificativas para simplesmente não tentar. Desculpas para achar arriscado. Pensar que não é possível. Quando a verdade é simples e tudo é possível!
O único problema é que na maioria das vezes não nos damos conta que a nossa falta de ação também altera os fatos!
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Palavras não são como ações. São utensílios que usamos para tentar expressar nossos sentimentos quando temos medo ou simplesmente não conseguimos demonstrar com ações. Pena que normalmente as usamos de forma errônea. É muito mais fácil falar que é amiga que consolar, dizer que virá que realmente vir. Por incrível que pareça, também é mais fácil dizer te amo, que demonstrar carinho. Mais fácil acreditar na fé que fazer alguma coisa para mudar. Até porque, poucas pessoas tem força suficiente para mudar. Hoje só peço ânimo para que minha alma ame, consiga aprender, consolar e que viva sempre na simplicidade.
Cada ano que passa eu tenho a sensação de que passou mais rápido, tenho a esperança de que no outro eu conseguirei me organizar melhor entre namorado, amigos, faculdade e trabalho. Fantasio que estudarei mais, tirarei melhores notas e não viverei mais tanto na frente do computador. Também faço planos de que acordarei mais cedo nos domingos e que comerei uma laranja todos os dias de inverno. De que ligarei para alguns velhos amigos e que combinaremos de nos encontrar. Hoje descobri que, assim como dizem “regras são feitas pare serem quebradas”. Planos também são feitos para não serem cumpridos, assim como promessas e declarações.
Chega uma idade em que dar-se conta da realidade já não é mais tão agradável. Nada mais é igual e os interesses são diferentes. Antes estar rodeado de pessoas era sinônimo de vários amigos, sinônimo de diversão garantida. Agora significa querer voltar no tempo, voltar justamente àquela época. Ter o próprio dinheiro já não quer dizer que somos independentes. Sinto saudade de pedir permissão, sinto saudade de levar um ‘não’, sinto saudade da pensar em histórias que eu teria que contar para poder sair. Sinto falta das conversas por papelzinhus durante as aulas. Sinto falta de não ter obrigação de sair toda sexta ou sábado. Ver um filme e comer latas e mais latas brigadeiro com aquela amiga e ficar falando mal dos outros a tarde inteira.
Mesmo sabendo que é inevitável, eu tenho medo que as coisas continuem diminuindo. Tenho medo de não sentir as mesmas sensações, e ter as mesmas crenças. Tenho medo de descobrir que era verdade... que só existiam duas amigas. Como uma delas disse... “sempre acabo conhecendo outras pessoas, mas nenhuma é igual”. Tenho muito receio de não conseguir tolerar os defeitos dos outros, de não conseguir lidar com isso. No fundo, no fundo todo mundo quer ser a pessoa perfeita. O que ninguém sabe é que não existe como agradar sempre. Aqueles que estão mais perto são os que sempre magoaremos e que nos magoarão mais. Cabe a cada um saber, até quando vale a pena suportar e aceitar. Acreditar, sempre acreditaremos. Ter esperança? Mais ainda. Duvidar, sempre. Agora questionar ou lutar para saber a verdade... quase nunca.
E dize-la? Muito menos. Por isso eu trago uma marca de fidelidade. Fidelidade a quem realmente acredita e quer.
Na maioria das vezes, o final nunca é como queremos ou desejamos. Sempre vamos idealizar que poderia ter sido melhor. É assim, e têm certas coisas que nunca vão mudar ;)
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Conquiste o mundo mostrando o que você pode ser.
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Palavras não são como ações. São utensílios que usamos para tentar expressar nossos sentimentos quando temos medo ou simplesmente não conseguimos demonstrar com ações. Pena que normalmente as usamos de forma errônea. É muito mais fácil falar que é amiga que consolar, dizer que virá que realmente vir. Por incrível que pareça, também é mais fácil dizer te amo, que demonstrar carinho. Mais fácil acreditar na fé que fazer alguma coisa para mudar. Até porque, poucas pessoas tem força suficiente para mudar. Hoje só peço ânimo para que minha alma ame, consiga aprender, consolar e que viva sempre na simplicidade.
Cada ano que passa eu tenho a sensação de que passou mais rápido, tenho a esperança de que no outro eu conseguirei me organizar melhor entre namorado, amigos, faculdade e trabalho. Fantasio que estudarei mais, tirarei melhores notas e não viverei mais tanto na frente do computador. Também faço planos de que acordarei mais cedo nos domingos e que comerei uma laranja todos os dias de inverno. De que ligarei para alguns velhos amigos e que combinaremos de nos encontrar. Hoje descobri que, assim como dizem “regras são feitas pare serem quebradas”. Planos também são feitos para não serem cumpridos, assim como promessas e declarações.
Chega uma idade em que dar-se conta da realidade já não é mais tão agradável. Nada mais é igual e os interesses são diferentes. Antes estar rodeado de pessoas era sinônimo de vários amigos, sinônimo de diversão garantida. Agora significa querer voltar no tempo, voltar justamente àquela época. Ter o próprio dinheiro já não quer dizer que somos independentes. Sinto saudade de pedir permissão, sinto saudade de levar um ‘não’, sinto saudade da pensar em histórias que eu teria que contar para poder sair. Sinto falta das conversas por papelzinhus durante as aulas. Sinto falta de não ter obrigação de sair toda sexta ou sábado. Ver um filme e comer latas e mais latas brigadeiro com aquela amiga e ficar falando mal dos outros a tarde inteira.
Mesmo sabendo que é inevitável, eu tenho medo que as coisas continuem diminuindo. Tenho medo de não sentir as mesmas sensações, e ter as mesmas crenças. Tenho medo de descobrir que era verdade... que só existiam duas amigas. Como uma delas disse... “sempre acabo conhecendo outras pessoas, mas nenhuma é igual”. Tenho muito receio de não conseguir tolerar os defeitos dos outros, de não conseguir lidar com isso. No fundo, no fundo todo mundo quer ser a pessoa perfeita. O que ninguém sabe é que não existe como agradar sempre. Aqueles que estão mais perto são os que sempre magoaremos e que nos magoarão mais. Cabe a cada um saber, até quando vale a pena suportar e aceitar. Acreditar, sempre acreditaremos. Ter esperança? Mais ainda. Duvidar, sempre. Agora questionar ou lutar para saber a verdade... quase nunca.
E dize-la? Muito menos. Por isso eu trago uma marca de fidelidade. Fidelidade a quem realmente acredita e quer.
Na maioria das vezes, o final nunca é como queremos ou desejamos. Sempre vamos idealizar que poderia ter sido melhor. É assim, e têm certas coisas que nunca vão mudar ;)
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Conquiste o mundo mostrando o que você pode ser.
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De um amigo...
O que sentimos não é apenas o arrepio do frio, é a sensação mais pura, o gosto mais doce, a liberdade !
São poucos momento que nós vimos, poucos sorrisos que demos, poucos olhares... mais são os mais cativantes ! Os puros diamantes!
A lembrança da pela rosa, o abraço esperando o abraço, a interrogação dos sentidos sedutores, a exclamação dos atos claros !
A bactéria espelhada já não existe mais, já não suporta a dor... já não tem mais dor...
A paixão acontece, vem naturalmente com o olhar que te deixa mole, com o beijo que te falta fôlego, o abraço que aperta o coração, uma batida elétrica, rápida !
Não temos nada a perder, atravessamos a porte e chegamos ao abrigos, ao infinito , ao belo pensamento em ter de volta a sensação mais pura... o doce ! !
O sabor do morango, o vermelho da fruta... cabe a você resistir, caso não consiga, a exclamação dos atos claro será uma batida elétrica ...rápida, é a mais pura sensação de uma verdadeira e linda... paixão ! Fim ..!
por Vinicius Miguel !
O que sentimos não é apenas o arrepio do frio, é a sensação mais pura, o gosto mais doce, a liberdade !
São poucos momento que nós vimos, poucos sorrisos que demos, poucos olhares... mais são os mais cativantes ! Os puros diamantes!
A lembrança da pela rosa, o abraço esperando o abraço, a interrogação dos sentidos sedutores, a exclamação dos atos claros !
A bactéria espelhada já não existe mais, já não suporta a dor... já não tem mais dor...
A paixão acontece, vem naturalmente com o olhar que te deixa mole, com o beijo que te falta fôlego, o abraço que aperta o coração, uma batida elétrica, rápida !
Não temos nada a perder, atravessamos a porte e chegamos ao abrigos, ao infinito , ao belo pensamento em ter de volta a sensação mais pura... o doce ! !
O sabor do morango, o vermelho da fruta... cabe a você resistir, caso não consiga, a exclamação dos atos claro será uma batida elétrica ...rápida, é a mais pura sensação de uma verdadeira e linda... paixão ! Fim ..!
por Vinicius Miguel !
sábado, 7 de março de 2009
Os textos que leio sobre amor são sempre os mesmos. Reclamam pelas mesmas coisas, temem pelas perguntas. E eu me detenho a uma só pergunta: Si todos falam sobre as mesmas coisas, todos pensam as mesmas coisas, porque procuramos tanto? Sempre que um namoro é terminado é de costume parar e analisar, para buscar os erros, analisar os acertos e tentar evoluir. Pensar em não cometer mais os mesmos erros. Voltamos a uma página passada e pedimos desculpas por não ter acertado e com isso sentimo-nos bem. O que as pessoas recusam-se a acreditar é que os erros são sempre os mesmos.
Seria tão mais fácil ficar feliz por simplesmente caminhar de mãos dadas. Seria tão mais fácil levar as coisas de forma mais simples, sem maiores exigências aceitando justamente a não necessidade de promessas. Aproveitando só o momento, vivendo o sentimento.
Incrível como uma pessoa tem o poder de te levar a extremos tão distintos. Extraordinário é como um segundo, uma troca de fluidos, um beijo pode mudar totalmente a calmaria de uma alma. Milagrosa é a capacidade que um olhar tem de abonar nossos sentimentos. Tornamos coisas possíveis inalcançáveis. E não por culpa do próprio amor. Ele simplesmente nos encontra, ilusão nossa é achar que conseguimos controlá-lo. A culpa é só nossa. Talvez ainda, nossa maior culpa seja procurar o que não podemos. Que príncipes e princesas não existem todos sabem, feliz sou eu, por isso não me fazer perder as esperanças de um dia encontrar.
Dizem que o amor tem um pouco a ver com o destino, fé, algo escrito nas estrelas... Agora eu me pergunto, o que eu sei sobre o Amor?
Seria tão mais fácil ficar feliz por simplesmente caminhar de mãos dadas. Seria tão mais fácil levar as coisas de forma mais simples, sem maiores exigências aceitando justamente a não necessidade de promessas. Aproveitando só o momento, vivendo o sentimento.
Incrível como uma pessoa tem o poder de te levar a extremos tão distintos. Extraordinário é como um segundo, uma troca de fluidos, um beijo pode mudar totalmente a calmaria de uma alma. Milagrosa é a capacidade que um olhar tem de abonar nossos sentimentos. Tornamos coisas possíveis inalcançáveis. E não por culpa do próprio amor. Ele simplesmente nos encontra, ilusão nossa é achar que conseguimos controlá-lo. A culpa é só nossa. Talvez ainda, nossa maior culpa seja procurar o que não podemos. Que príncipes e princesas não existem todos sabem, feliz sou eu, por isso não me fazer perder as esperanças de um dia encontrar.
Dizem que o amor tem um pouco a ver com o destino, fé, algo escrito nas estrelas... Agora eu me pergunto, o que eu sei sobre o Amor?
quarta-feira, 4 de março de 2009
Cada ano que passa eu tenho a sensação de que passou mais rápido, tenho a esperança de que no outro eu conseguirei me organizar melhor entre namorado, amigos, faculdade e trabalho. Fantasio que estudarei mais, tirarei melhores notas e não viverei mais tanto na frente do computador. Também faço planos de que acordarei mais cedo nos domingos e que comerei uma laranja todos os dias de inverno. De que ligarei para alguns velhos amigos e que combinaremos de nos encontrar. Hoje descobri que, assim como dizem “regras são feitas pare serem quebradas”. Planos também são feitos para não serem cumpridos, assim como promessas e declarações.
Chega uma idade em que dar-se conta da realidade já não é mais tão agradável. Nada mais é igual e os interesses são diferentes. Antes estar rodeado de pessoas era sinônimo de vários amigos, sinônimo de diversão garantida. Agora significa querer voltar no tempo, voltar justamente àquela época. Ter o próprio dinheiro já não quer dizer que somos independentes. Sinto saudade de pedir permissão, sinto saudade de levar um ‘não’, sinto saudade da pensar em histórias que eu teria que contar para poder sair. Sinto falta das conversas por papelzinhus durante as aulas. Sinto falta de não ter obrigação de sair toda sexta ou sábado. Ver um filme e comer latas e mais latas brigadeiro com aquela amiga e ficar falando mal dos outros a tarde inteira.
Mesmo sabendo que é inevitável, eu tenho medo que as coisas continuem diminuindo. Tenho medo de não sentir as mesmas sensações, e ter as mesmas crenças. Tenho medo de descobrir que era verdade... que só existiam duas amigas. Como uma delas disse... “sempre acabo conhecendo outras pessoas, mas nenhuma é igual”. Tenho muito receio de não conseguir tolerar os defeitos dos outros, de não conseguir lidar com isso. No fundo, no fundo todo mundo quer ser a pessoa perfeita. O que ninguém sabe é que não existe como agradar sempre. Aqueles que estão mais perto são os que sempre magoaremos e que nos magoarão mais. Cabe a cada um saber, até quando vale a pena suportar e aceitar. Acreditar, sempre acreditaremos. Ter esperança? Mais ainda. Duvidar, sempre. Agora questionar ou lutar para saber a verdade... quase nunca.
E dize-la? Muito menos. Por isso eu trago uma marca de fidelidade. Fidelidade a quem realmente acredita e quer.
Na maioria das vezes, o final nunca é como queremos ou desejamos. Sempre vamos idealizar que poderia ter sido melhor. É assim, e têm certas coisas que nunca vão mudar ;)
Chega uma idade em que dar-se conta da realidade já não é mais tão agradável. Nada mais é igual e os interesses são diferentes. Antes estar rodeado de pessoas era sinônimo de vários amigos, sinônimo de diversão garantida. Agora significa querer voltar no tempo, voltar justamente àquela época. Ter o próprio dinheiro já não quer dizer que somos independentes. Sinto saudade de pedir permissão, sinto saudade de levar um ‘não’, sinto saudade da pensar em histórias que eu teria que contar para poder sair. Sinto falta das conversas por papelzinhus durante as aulas. Sinto falta de não ter obrigação de sair toda sexta ou sábado. Ver um filme e comer latas e mais latas brigadeiro com aquela amiga e ficar falando mal dos outros a tarde inteira.
Mesmo sabendo que é inevitável, eu tenho medo que as coisas continuem diminuindo. Tenho medo de não sentir as mesmas sensações, e ter as mesmas crenças. Tenho medo de descobrir que era verdade... que só existiam duas amigas. Como uma delas disse... “sempre acabo conhecendo outras pessoas, mas nenhuma é igual”. Tenho muito receio de não conseguir tolerar os defeitos dos outros, de não conseguir lidar com isso. No fundo, no fundo todo mundo quer ser a pessoa perfeita. O que ninguém sabe é que não existe como agradar sempre. Aqueles que estão mais perto são os que sempre magoaremos e que nos magoarão mais. Cabe a cada um saber, até quando vale a pena suportar e aceitar. Acreditar, sempre acreditaremos. Ter esperança? Mais ainda. Duvidar, sempre. Agora questionar ou lutar para saber a verdade... quase nunca.
E dize-la? Muito menos. Por isso eu trago uma marca de fidelidade. Fidelidade a quem realmente acredita e quer.
Na maioria das vezes, o final nunca é como queremos ou desejamos. Sempre vamos idealizar que poderia ter sido melhor. É assim, e têm certas coisas que nunca vão mudar ;)
domingo, 1 de março de 2009
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Palavras não são como ações. São utensílios que usamos para tentar expressar nossos sentimentos quando temos medo ou simplesmente não conseguimos demonstrar com ações. Pena que normalmente as usamos de forma errônea. É muito mais fácil falar que é amiga que consolar, dizer que virá que realmente vir. Por incrível que pareça, também é mais fácil dizer te amo, que demonstrar carinho. Mais fácil acreditar na fé que fazer alguma coisa para mudar. Até porque, poucas pessoas tem força suficiente para mudar. Hoje minha alma só quer amar. Só quer aprender e consolar.
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Conquiste o mundo mostrando o que você pode ser.
Palavras não são como ações. São utensílios que usamos para tentar expressar nossos sentimentos quando temos medo ou simplesmente não conseguimos demonstrar com ações. Pena que normalmente as usamos de forma errônea. É muito mais fácil falar que é amiga que consolar, dizer que virá que realmente vir. Por incrível que pareça, também é mais fácil dizer te amo, que demonstrar carinho. Mais fácil acreditar na fé que fazer alguma coisa para mudar. Até porque, poucas pessoas tem força suficiente para mudar. Hoje minha alma só quer amar. Só quer aprender e consolar.
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Conquiste o mundo mostrando o que você pode ser.
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